Antes de mais como podem verificar o último post foi a 1 de Dezembro, e este agora data de…. Deixa cá ver… 26 de Janeiro, os mais pessimistas poderiam pensar que estive ou em prisão preventiva, já que pegou moda agora em Portugal, mas não, não dou essa felicidade. A justificação é muito simples……… pronto já está dada.
Mas vamos ao que interessa, e como diria o outro, ripa na rapaqueca…. Ou coisa que valha…
Após pedidos de muitas famílias, mesmo muitas muitas muitas (acho que foram ai uma ou duas pessoas, e eu sou uma delas, a outra é o Humberto* o meu pseudónimo dos tempos de universidade), aqui estou eu, mais uma vez, a fazer uma tentativa para relatar esta aventura, ou desventura como preferirem.
Assim resumindo, mas um resumo muito pequeno, visto que escrever duas semanas em meia dúzia de linhas é sempre complicado, alem do mais há que aproveitar não estar a chover e não estar a fazer vento para ir laurear a pevide, não é que seja impeditivo mas pronto sempre é mais agradável não estar a ser rasteirado pelo vento, sim pelo vento e não por outras substancias ilícitas que são ingeridas durante o período nocturno em casa de ambiente algo duvidoso…. (Se a morgadinho vê isto, ainda vou de cana de vez ex arbitro a frequentar casas suspeitas….hummmm), mas ia a dizer eu na minha das mais puras inocências, que tenho ido a algumas entrevistas e tal, estando de momento a espera de algumas respostas por parte de algumas empresas, é sempre aquele período mais chato.
Pronto, e assim resumindo como fazia na primária é tudo, vou tentar colocar uns post’s diariamente, mas vai ser complicado, valores mais altos se elevam, e tenho de manter os meus contactos com o mundo em ordem….
Um grande bem-haja para todos que têm paciência para ler isto,
Barros
O dia começou muito cedo mesmo, isto quer dizer, era meia-noite, sim que as malas levam muito tempo a fazer, é meter uma peça de roupa e depois ir descansar que é exaustivo o trabalho. Mas afinal de que estou eu a falar, tudo tem um principio… Vamos lá então voltar um pouco atrás.Tudo começou no dia 19 de Outubro a quando do meu ultimo dia de trabalho na Portugal Telecom – Sistemas de informação. Após essa data tive de me fazer a vida como gente grande, apesar de ter saído no dia 19 de Outubro, só no dia 31 de Outubro poderia começar a trabalhar visto ter contrato até então. Mas indo ao que interessa, que aguas passadas não movem moinhos, joguei então mãos a obra e comecei a procurar um emprego, sou sincero não enviei muitos currículos para empresas em Portugal, primeiro porque era uma oportunidade de ir trabalhar para o estrangeiro, o segundo motivo prendeu-se a o mercado de trabalho na minha área, informática, ser uma exploração autentica quer a nível do trabalho em si bem como a nível de vencimento…. Pelo caminho ainda surgiram umas entrevistas, das quais algumas ainda hoje aguardo resposta, sendo que algumas dessas mesmas entrevistas me foi dito que estavam deveras interessados, mas….e enquanto não há preto no branco nada é certo, nada que não tivesse já aprendido, mas são situações que nos dias de hoje nos temos que deparar…
Visto que em Portugal não encontrei a oferta de emprego que eu desejava, tratei então de começar a enviar currículos como se o dia de amanhã não existe-se, lembro-me ainda que em 2 dias enviei cerca de 40 currículos e aparentemente resultou, na quinta-feira dia 23 de Novembro recebi duas chamas algo animadoras da Irlanda. Comecei então a pensar seriamente em fazer uma breve digressão pela Irlanda de forma a conhecer Dublin, tomar contacto com o pais, fazer uma consulta no local acerca do mercado de trabalho e acerca das disponibilidades de alojamento e afins. Tudo isto para verificar se a Irlanda é um país atractivo quer financeiramente, quer a nível de vida, bem como a sua qualidade de vida.
Marquei a passagem, e já como acontecera no ano de 2005 aquando da minha digressão em Inglaterra, marca-se a passagem de avião depois logo me preocupo com a marcação do alojamento… não deveria ser sim… ou se calhar até devia… não sei isso também não é relevante para aquilo que quero dizer, certo certo é que me fiz a estrada, ou melhor neste caso ao avião e zaz , não há cá pensamentos ah e tal como vai ser? E será que corre bem? Mas ir sozinho? Nammm essas questões nem as coloquei, colocaram-me as a mim… respostas típicas como mas eu preciso das pernas de alguém para andar? Ou preciso da cabeça de alguém para tomar alguma decisão? Hummmm não me parece.
Chega então o dia da viagem, mas para quem pensa que o dia começa pela fresquinha da manhã, esqueça esse pormenor, sim que a noite foi passada em branco ora de volta do computador, ora de volta das malas, sim que para aqueles que pensam que as malas aparecem feitas, isso não passa para alem de um mito, um mito que se se tiver uma mulher em casa ganha mais possibilidade de acontecer. Mas como isso não acontece em minha casa, visto tratar-se de uma casa idónea, com uma pessoa educada nos mais prestigiados colégios britânicos, vi-me na obrigação de fazer a mala podendo correr o risco de não por os coitos no avião se não começasse a mexer os cordelinhos. Passada a noite em branco pelos motivos explicados anteriormente, zarpei de casa para um périplo de 8 dias, viagem esta que já tinha pelo menos uma vantagem em relação há realizada no ano passado, pelo menos já aprendi mais umas palavrinhas em inglês alem do good bai que eu good fico… mas zarpei, não sem antes passar pela casa que me formou, ou melhor pelo café restaurante onde enfardei que nem um labrego nos 3 anos que passei na universidade e mais os outros tantos dias que lá fui comer.
As 7 e 30 era hora de bazar para o aeroporto, não que eu tenha mau feitio nem coisa do género, mas o pessoal tem aquela mania estúpida de irem todos a mesma hora para o trabalho, ainda por cima parece que combinaram entre eles que no dia que eu for lá para fora… não tinha outro remédio que comer e calar, da próxima sai mais cedo de casa, ainda na politica do nos por cá, andar a procura de um parque especifico tipo não vai muito a bola, mas quando se tem um cartão milagroso que nos faz não pagar o parque se calhar pensamos duas vezes, mas quando sabemos os preços dos parques do aeroporto, então não exitamos . Lá deu com o parque, e fiz como se faz aos burros, carga as costas e lá foi o belo do aletejanito acarretado a subir escadas e escadinhas, mas quem não quer pagar parque é assim.
Após a longínqua maratona tipo de
Entreguei a mala, por incrível que pareça nem aos 20 quilos chegava, e fiz-me ao caminho, frascos com líquidos para dentro de um saco, esta nova medida de segurança a modos que por causa das bombas líquidas.
Já no avião a primeira cena, a mochila que levo comigo é um pouco grande, e como vinha na primeira fila, não dava para a frente, e por baixo do meu banco o espaço era pequeno como tal vá de arremessar a mala para as gavetas que estão em cima da nossa cabeça. Quando pude tirar o cinto lá fui buscar, ao eu lado esta um jovem, em que eu para passar de tinha de pedir licença, assim o fiz com o meu Excuse me sir ” lá passei uma peguei na mala e lá peguei duas… e ao fim de algum tempo dei conta que era tuga … isto há gajos burros, mas eu às vezes consigo supera-los…. Às vezes? Enfim, seguindo, o avião aterra quando abrem as portas deparo-me com uma barraca que mais parecia a barraca do 125 que vende bifanas em Alvalade, eu pensando que iríamos fazer ali uma pausa para nos darem a conhecer as iguarias, mas depois lembrei-me de algo que me disseram que quando chegasse iria entrar numa barraca…ok era real, a barraquinha das farturas, ou bifanas é ao gosto do freguês, era mesmo o aeroporto, não me restou outro remédio que não fosse entrar para ir buscar a minha mala de viagem…
Já com a mala na mão, agora tinha de ir apanhar o autocarro, sabia que ou era o 16A ou o 41 um deles me levava a um sitio que eu não sabia onde era para que lado era, minto sabia que era para sul ponto, enfim estava ali desalmadamente perdido quando se não o tico e o teco pensaram, e que tal ires a um posto de informação, ou melhor mesmo de turismo ein quando senão, se me depara a meus olhos um a minha frente, foi o chamado já está, vou começar com o meu british alentejano (assim como há o inglês americano, o inglês britânico, também há o britânico alentejano, é um misto de……. Hummmm e de …….. exacto isto mesmo). Mas gostei em especialmente da explicação, o meu inglês não é muito bom, mas a jovem de uma inteligência abrupta, quando questionei onde apanho estes autocarros, eis a resposta: “É lá fora”. Ai eu questionei para mim mesmo, hummm lá fora muito mais esclarecido, estou a olhar lá para fora e vejo umas largas dezenas de autocarros, e eu só queria saber onde apanho estes dois especificamente, mas pronto nada por demais, só quis partilhar este momento assim como partilho os outros também J.
Ao fim de 10 minutos lá consegui descobrir a paragem numero 3, que era onde iria apanhar o autocarro numero 16A com destino ao centro, lá perguntei ao motorista, ah e tal este autocarro dá para ir para aqui, apontando para o mapa, ao que respondeu afirmativamente, e de seguida perguntei, como é que sei onde isto é e quando tenho de sair? (ele depressa deve ter percebido que eu estava completamente e nora), foi simp tico , e tipo para todo o autocarro saber onde eu ia ficar, disse para eu não me preocupar que iria dizer pelo altifalante, e assim foi, quando no altifalante ouvi International Hostel , lá peguei no meu baú, e tratei de arrastar mais umas pessoas para fora do autocarro sim que um autocarro que vem do aeroporto, com meia dúzia de pessoas, mas em que cada uma traz um baú é sempre bom.
O primeiro passo dado, assim que sai do autocarro foi pensar, “Houston we have a problem ”. Como se diz na gíria, não fazia puto onde é que estava nem para onde me havia de virar, mesmo com um mapa na mão... A solução mais pratica que encontrei foi oh sr agente da autoridade aprochegue-se por favor. Assim foi, perguntei a um policia, mas parecia mais perdido do que eu, cheguei ao ponto de lhe ter perguntado, diga-me aqui no mapa onde é que nós estamos que do resto trato eu, e mesmo assim... ao fim de uns 10 minutos lá me disse, ah e tal vá naquela direcção e vire na rua XPTO , assim fiz, como não encontrei a rua XPTO lá perguntei a outro policia, pensando este não será tão incompetente como o outro… afinal era pior, ah e tal nesta rua assim vai por ali, mas isto, rodando o mapa virando-se a ele, enfim lá fui por caminho e lá dei com a rua finalmente e com a pousada. Certo é que depois vim a ver que no sitio onde o primeiro policia estava, era só fazer
Depois de largar a bagagem, tive de ir comer qualquer coisinha, sim que este corpo não se alimenta de ar, e qual é o fast food em que há em todas as cidades do mundo (até Beja tem, e aquilo é uma aldeia grande)? Exacto, Mac Donalds , andei as voltas para aqui voltas para acolá sem saber onde andava, e lá dei com o Mac , quem me atende? Um monstro da natureza, acho que o gajo dos recursos humanos daquele Mac deveria ser preso mas isso é outra história, mas dizia que essa ave rara começa-me a atender, tipo a meio do pedido desapareceu assim sem mais nem menos, quando olho para trás estava ela com o puto de alguém que tinha chegado com um carrinho de bebe, e pergunto eu onde é que isto já se viu, eu sei onde, ali naquele local. Afinal de contas ela não é só um monstro como uma ave rara em perigo de extinção, e não me protejam esta espécie pois só piora a imagem que os monstros têm.
Depois de almoço estive a recuperar do estado em que fiquei após tal situação e fui dar uma voltinha…
Chegado ao alojamento, estavam escrevendo o in ício deste curto post no hall da pousada refastelado no belo do sofá meio a dormir meio acordado, e o cenário era calmo, estavam 3 francesas na conversa quando senão chega o zeze camarinha da zona, ah e tal e camandro zaz , festa a noitinha… (eu menciono 3 francesas visto estarem a falar francês, mas aquilo eram mais chamussas que outra coisa).
A noite quando cheguei a camarata, em 8 camas 5 estavam ocupadas, estávamos 4 pessoas era eu português, um holandês, um italiano e um velhote irlandês, o tema de conversa foi politica, esteve ali o pessoal na amena cavaqueira…
É impressionante desde que o presidente do Sporting veio esclarecer a transferência do JVP para o Sporting, que o papagaio perdeu o pio....Como dizia o outro que ele lixou...
PORQUE SERÁ????
Nani «É bom saber que tenho clubes interessados em mim, mas neste momento estou bem no Sporting. Agora, agradava-me jogar num clube como Inter. É o sonho de qualquer um», afirmou Nani, em declarações à Sportv.
O internacional português analisou igualmente o jogo com Inter e concorda que os italianos estiveram melhor: «Sabíamos que era um jogo difícil e assim foi. O Inter entrou muito bem e a nossa equipa não conseguiu impor o nosso futebol.»
Só levanto uma questão, se não queres renovar o que é que ainda estás cá a fazer? Eu no Porto sei como é que isto era tratado, equipa de juniores até ao fim do contrato que até cantavas de fininho, de certeza que seria uma boa lição para todos os outros que lá moram... de certeza que não faziam o mesmo.
Apesar de estar a jogar contra 4, 3 adversários mais a arbitra, Garcia Pereira deu um autentico Show contra João Salgueiro, presidente da associação de bancos, Filipe Pinhal, vice-presidente do MillenniumBCP e um espectador com lugar cativo, se não me engano era um tal de Ferraz da Costa ou coisa do genero
Todas as frases foram proferidas por Garcia Pereira.
Eis duas afirmações que dão que pensar, estas proferidas por António Peres Metelo
Vergonhosa foi a atitude da jornalista da RTP estado, que não foi parcial, pois uma das partes alem de estar em minoria, em determinadas alturas mais quentes do debate, tratou de cortar o pio à minoria, afinal de contas foi o poder da banca e do estado a fazer furor.
P.S.- Só lanço este post um dia depois do programa pois só hoje vi a repetição do programa na RTPN
Pedro, há 6 anos, foi um toxicodependente que se dispôs-se a fazer um tratamento choque para deixar a heroína. Este tratamento consistiu em ficar fechado num apartamento onde somente entrava a equipa médica chefiada pelo Doutor João Goulão, e os pais e repórteres da SIC devidamente autorizados pelos médicos.
O impacto do trabalho desenvolvido pela equipa médica, pelos repórteres mas acima de tudo pelo sofrimento mostrado na reportagem, levou ao então Presidente da Republica Doutor Jorge Sampaio a manifestar o interesse de conhecer o jovem.
Certo é que hoje o Pedro tem uma vida nova, uma vida com objectivos, uma vida sem droga.
Um exemplo de como dar a volta por cima...
Carlos cruz foi a televisão e foi de cana....
Vale e Azevedo foi a televisão e foi de cana....
Veiga foi a televisão....
Vou ser parco em palavras, estava aqui eu a fazer zapping pelos canais televisivos e no meio da trampa possível temos, Um contra todos (muito bom), Floribela (melhor ainda), Doce fugitiva (se pensam que bateu no fundo esperem pelo que vem a seguir) e na Sic Noticias um frente a frente. À partida esta última opção parece a melhor mas, e como em tudo há sempre um mas, e para mal dos meus pecados, está lá uma personagem que tudo o que sai daquela matraca é proporcional a sua beleza, ou seja mau. Alias ao dizer mau, estou a fazer um favor a esta ave rara da sociedade politica portuguesa. Como diria o outro, para quando um decreto de lei que obrigue certas e determinadas personagens, que mais parecem que fugiram de uma história de terror do Stephen King (ou talvez o próprio as tenha excluído por serem más demais), a calar a matraca ao invés de vir a publico dizer barbaridades, como acontece cada vez que alguém desse bloco o faz. Alias até se poderia resolver o problema do défice, e que tal a criação de um imposto especial para estes bichos? Acho que ao fim de um mês, pronto não exagerando, ao fim de 15 dias a questão défice tinha desaparecido.
Afinal não fui tão parco como isso, mas achei que devia ter este desabafo.
P.S. - Recuso colocar aqui uma foto de um monstro, como tal se querem saber a quem me refiro, nada como ir ao google e procurar pelo nome da vedeta....
Este país realmente vai de mal a pior, então vão interrogar uma pessoa tão honesta como este homem. Uma pessoa já nem pode cumprir com as suas obrigações que vais logo para a xoldra, não é justo .
Depois de Vale e Azevedo, eis que mais um dirigente da entidade com mais sócios sem cotas em dia foi fazer uma visita ao TIC. Desta vez foi o Veiga que foi visitar...um momento... Não dizem-me agora que não foi visita, o homem está mesmo a ser interrogado.
O rei dos pneus já veio dizer que isto é uma perseguição, e está a preparar um DVD para ir apresentar ao ministro
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Estranho mas Verdade!!! Humor em estórias reais
Universidade
CEPRI - Centro de Estudos Políticos e Relações Internacionais
Lusíada - Faculdade de Arquitectura e Artes
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